O drama dos 102 dias...

Na novela das 9 chamada "Pompeia, Amor e Farpas", um grupo de personagens vive um drama profundo e cheio de emoção: prometeram uma cidade para todos e — pasme! — não entregaram tudo em 3 meses.

 Inacreditável, não é mesmo?

Segundo fontes altamente sensíveis, há desigualdade porque… nem todo mundo ganha remédio na hora que quer. Um caos. A farmácia virou símbolo da opressão. Alguns até suspeitam que o paracetamol esteja sendo distribuído por afinidade política. Uma investigação da CIA pode estar em andamento.

As demissões então? Um escândalo! Gente sendo substituída por outros seres humanos, e o motivo? 


Obviamente perseguição pessoal. 

Porque jamais aconteceria, em uma gestão pública, uma simples troca de equipe. Isso nunca foi visto antes na história deste país, chamado Pompéia.

No setor de RH, o relato é cinematográfico: “requintes de crueldade”, “risos na cara” e “humilhações públicas”. 

Provavelmente inspirados em algum episódio de Game of Thrones ou The Office, com a diferença que aqui o sangue é substituído por lágrimas e boletos.

Ah, e tem o momento místico: os vilões da história, que são todos “pessoas de fé”, ainda cometem o absurdo de… rir e fofocar. Um crime gravíssimo. O próximo passo é reescrever os 10 Mandamentos e incluir: “Não comentarás o holerite do coleguinha”.

Por fim, vem o grande encerramento: a ameaça divina. Aparentemente, a justiça celestial agora tem plantão exclusivo para assuntos da Prefeitura de Pompeia. 

Deus está acompanhando tudo, com lupa e bloquinho de anotações. 

Cuidado, pecadores da administração!

Enfim, a cidade que está construindo creche, renovando frota e organizando serviços vive um desespero absoluto. Porque tem gente que não foi contratada e, agora, precisa lidar com algo gravíssimo: "não estar no poder".

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