A Serial Killer Digital: Quando a Cúmplice Vira a Principal Suspeita
Era uma vez uma mulher que achou que imprimir a internet seria sua grande jogada de mestre. Afinal, quem duvidaria de tantas provas? Só que ela esqueceu um detalhe: a internet não esquece, não perdoa e, pior ainda, tem print screen.
No começo, era só um pequeno crime aqui, outro ali – nada que um PDF bem editado não resolvesse. Ela espalhava "provas" como quem joga confete, acusando os outros, apontando dedos, montando narrativas. "Olhem só o que fulano fez!", dizia, enquanto ela mesma era a arquiteta de cada tramóia.
Mas aí veio a Lei de Murphy das Vigaristas: quanto mais você tenta limpar a sujeira, mais você se enfia na merda.
Fase 1: "São eles os criminosos!" (Ela imprime e-mails falsos, monta áudios editados, cria prints de conversas que nunca existiram.)
Fase 2: "Alguém está me perseguindo!" (Ela mesma cria perfis falsos para "provar" que é vítima.)
Fase 3: "Preciso sumir com as testemunhas!" (Só que as "testemunhas" são outras contas dela, e agora a polícia digital tá de olho.)
Fase 4: "Por que todo mundo está contra mim?!" (Resposta: Porque você esqueceu de apagar o histórico do navegador.)
A cada novo crime para encobrir os anteriores, ela deixa um rastro mais óbvio que placa de "PARE". E o pior? Ela acha que está sendo esperta.
O Final?
Ela vai acabar presa pelos próprios arquivos, porque no fim das contas, a única pessoa que ela enganou foi ela mesma.
(Ou, na melhor das hipóteses, vira personagem de um documentário da Netflix.)
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