“Vingadores da Rachadinha: Guerra Civil”
Se fosse filme, já seria franquia. Toda semana, um novo episódio: “A Queda de Mais Um Cargo de Confiança”. O roteiro é simples — o elenco antigo é dispensado e a oposição grita: “É perseguição!”
Claro que é. Só não é ilegal. Nem injusto. Nem imoral. É só político. E o mais engraçado é que o cargo tem esse nome por um motivo: confiança. Não é “cargo de conveniência”, nem “cargo de herança sentimental”. O povo ganha eleição pra isso mesmo: pôr gente da própria panelinha. Queriam o quê? Que o grupo novo mantivesse os espiões da gestão passada no colo, só pra parecer imparcial?
E agora a oposição chora no cantinho do gabinete que não é mais dela, como se dispensar indicados fosse uma vingança pessoal e não só... administração. Que fase!
Interessante ver gente que passou anos sorrindo enquanto o outro lado engolia sapo, agora fazendo cosplay de vítima. Como se cargo público tivesse cláusula de afeto vitalício.
Mas calma: se a oposição se organizar direitinho, quem sabe não vira série? “Remanescentes: os Últimos Comissionados”.
Spoiler: o final é o mesmo. Exoneração publicada no Diário Oficial.

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